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O que você precisa saber sobre os projetos da sua obra!

O que você precisa saber sobre os projetos da sua obra!

O que você precisa saber sobre os projetos da sua obra!

O que você precisa saber sobre os projetos da sua obra. Os engenheiros são profissionais que impulsiona o desenvolvimento do País. Afinal, é por meio da engenharia civil que passam os conhecimentos necessários para o que o desenvolvimento econômico e social para que o País cresça. É pelo Engenheiro Civil que as cidades são construídas, desde pequenas moradias a edifícios, indústrias, obras viárias e de saneamento.

O que você precisa saber sobre os projetos da sua obra

Foto: Reprodução

O que você precisa saber sobre os projetos da sua obra

1. Honorários do Engenheiro para a elaboração do seu projeto

O valor que o Engenheiro Civil cobra para fazer um projeto é com base em uma tabela que normalmente a Associação dos Engenheiros elabora com os valores mínimos que estabelece as relações entre profissionais e clientes em matéria de honorários profissionais e pressupõe o conhecimento e a estrita observância aos preceitos do Código de Ética Profissional.

Os profissionais relativos a projetos não poderão ser sujeitos a concorrência de preço, nos termos do disposto no artigo 83 da Lei n° 5194 de 24 de setembro de 1966, publicado no Diário Oficial da União de 27 de dezembro de 1996.

Os Honorários de um Engenheiro para um empreendimento vão depender da complexidade e da necessidade do seu projeto para saber quais os projetos executivos que serão necessários e o tipo de fiscalização e/ou gerenciamento.

2. Discriminação dos Serviços, que poderão ser entregues:

2.1. Estudo Preliminar

– Levantamento das condições gerais da obra a ser realizada.

– Programa de necessidades (tipos, qualidade e dimensões dos ambientes).

– Pré-dimensionamento dos espaços.

– Verificação das condições específicas do local (topografia, fornecimento de água, luz, esgoto) e também estudo da viabilidade legal (legislação arquitetônica e urbanística) pertinente a: restrições de uso, taxas de ocupação e coeficiente de aproveitamento, gabaritos de alturas, alinhamentos, recuos e afastamentos, recuos e afastamentos, n° de vagas para estacionamento, acessibilidades para portadores de mobilidades especiais e exigências técnico-arquitetônicas de todos os Órgãos Públicos (Municipais, Estaduais e Federais).

– Informação para o cliente, do custo estimado para a realização da obra.

– Determinação da melhor distribuição dos elementos principais do programa de necessidades e a configuração básica da edificação.

– Apresentação da planta em escala conveniente.

– Nessa fase serão aceitas, mudanças na concepção do projeto (quantas forem necessárias), até o mesmo ficar de acordo com o programa solicitado pelo cliente.

2.2. Ante Projeto

– Após a concordância do cliente com o Estudo Preliminar, será desenvolvido o Ante Projeto, para dar forma definida à obra.

– Elaboração do projeto de arquitetura com verificação das possíveis interferências das instalações hidráulicas e elétricas com o sistema estrutural.

– Apresentação da planta baixa, cortes e fachadas e cobertura em escala convenientes.

– Nesta fase, após ser elaborado os itens descritos acima, qualquer alteração solicitada pelo cliente, pertinente a concepção, dá o direito do profissional rever honorários conforme descrito em tabela.

 

2.3. Projeto Legal

– Preparação da documentação necessária para a elaboração do projeto junto aos Órgãos Públicos competentes.

– Acompanhamento da tramitação do processo até a elaboração das respectivas licenças e alvarás que permitirão o início da execução da obra.

2.4. Projeto de Execução

Tem como objetivo desenvolver e detalhar o conjunto de definições representado pelo ante-projeto permitido a perfeita compreensão para a execução da obra.

Compreendem os Projetos Executivos, os seguintes Projetos: Arquitetura, Estrutura, Elétrico e Hidráulico, sendo:

2.4.1. Projeto de Arquitetura

– Planta de locação (implantação) do projeto no lote, em escala mínima de 1:100 com todas referências para marcação planialtimétrica da obra (recuos, beirais, níveis, locação de entradas de água e luz, locação de fossas (se existirem), rampas e escadas externas e áreas de jardim).

– Plantas baixas dos pavimentos em eixos para amarração, cortes longitudinais e transversais, fachadas (elevações) e cobertura em escala 1:50, localizando os principais elementos componentes do projeto (pilares, níveis, peças sanitárias, escadas, portas, janelas, materiais de acabamentos específicos, altura de bancadas e balcões, altura de pé direitos, espessuras de lajes, inclinação de telhas, calhas, rufos e condutores de águas pluviais com quadros de detalhamentos gerais, principalmente especificações de dimensões e tipologia da caixilharia e outras observações que se acharem convenientes).

2.4.2. Projeto Estrutural

– Plantas, em escalas necessárias, contendo cálculos necessários e dimensionamentos para fundações (blocos, estacas, brocas), pilares, baldrames, vigas e lajes com quantificações de ferragens a serem utilizadas na obra.

2.4.3. Projeto Elétrico

– Plantas em escalas convenientes, constando a localização e o dimensionamento dos pontos de energia elétrica, comandos, trajetos dos condutores, localização de caixas de disjuntores e caixa de entrada, dentre outros detalhes que se fizerem necessários para a execução de parte elétrica na obra.

2.4.4. Projeto Hidráulico

– Planta em escalas convenientes, constatando a localização e o dimensionamento das redes primárias e secundárias, captação e reserva d´agua, esquema isométrico da armação dos tubos e conexões hidráulicas, dentre outros detalhes que se fizerem necessários para a execução da parte hidrossanitária na obra.

3. Responsabilidade Técnica – Execução de Obra

Conforme parecer do CREA, mesmo que o profissional declare na ART que é responsável apenas pela fiscalização da obra, o mesmo entende que o profissional é o responsável por toda a execução da obra, sendo o único responsável por todos os defeitos e erros que possam ocorrer na obra.

 

3.1. Fiscalização

– Acompanhamento técnico de todas as atividades na obra durante toda sua execução.

– Fiscalização para que os projetos elaborados sejam rigorosamente seguidos.

– Esclarecimentos técnicos para todos os empreiteiros e sub-empreiteiros, para eliminar quaisquer dúvidas que possam surgir nos projetos durante o transcorrer da obra.

– Na Fiscalização, não há envolvimento do Profissional contratado (autor do projeto) nas compras de materiais para obra, isso dá-se somente nos casos de gerenciamento e/ou administração de obra, descritos na sequência abaixo.

3.2. Administração e/ou Gerenciamento de obra

– Acompanhamento técnico de todas as atividades na obra.

– Fiscalização para que os projetos de execução desenvolvidos sejam rigorosamente seguidos.

– Esclarecimentos técnicos para todos os empreiteiros e sub-empeiteiros, para eliminar quaisquer dúvidas que possam surgir nos projetos durante o transcorrer da obra.

– Participação na escolha e contratação dos empreiteiros de mão de obra, necessários para a execução da obra.

– Elaboração dos respectivos contratos, bem com seus acompanhamentos, elaborando planilhas de medições para pagamento dos serviços prestados.

– Acompanhamento e orientação na compra dos materiais, com o fornecimento prévio de três cotações orçamentárias para cada compra.

– Controle da qualidade da mão de obra empregada na execução dos serviços, visando sempre a boa utilização e economia dos materiais.

– Gerenciamento da utilização correta dos projetos, prazos estabelecidos nos cronogramas e planejamentos elaborados.

Lembrado que os honorários de um Engenheiro para um empreendimento vão depender da complexidade e da necessidade do seu projeto para saber quais os projetos executivos que serão necessários e o tipo de fiscalização e/ou gerenciamento.

Fonte: Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Itu


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Eng Carlos
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